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8 de jun. de 2011

Palestra sobre CNS/ATM - Tecnologias de Implementação da Nav/Com aérea


Alunos do Curso de Ciências Aeronáuticas e professores estiveram presentes na Palestra sobre o conceito CNS/ATM ministrada no Auditório do INFRAERO-Londrina neste último dia 02/06. A palestra foi uma comemoração do Aeroclube de Londrina ao seu aniversário e também à aquisição de 3 (três) aeronaves que operam o G1000, equipamento avançado para navegação.
O Cmte. Jorge Barros explanou as melhorias que o sistema irá acrescentar ao atual sistema de navegação aérea, os conceitos do CNS/ATM e o planejamento de implantação que já está em curso.

26 de mai. de 2011

Leilão do Aeroporto de São Gonçado do Amarante - Demanda por edital é mantida em sigilo


Duas semanas após o lançamento do edital do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, a movimentação dos investidores em busca do documento – que contém as regras da disputa pela concessão do empreendimento - é mantida em sigilo pela Agência Nacional de Aviação (Anac). Entretanto, o governo do estado e a própria iniciativa privada reiteram que o interesse no projeto existe e ultrapassa as fronteiras do Brasil. Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Benito Gama, investidores e operadores em atuação em países como Alemanha, Estados Unidos, Argentina, França e Itália, além de grandes grupos nacionais, planejam entrar na disputa pelo projeto, o primeiro do setor aeroportuário que será concedido no Brasil.
O edital do leilão do Aeroporto foi publicado há duas semanas. O leilão está marcado para julho“A governadora está acompanhando diretamente o andamento desse processo e, pelo nosso acompanhamento, somente a China não apresentou interesse pelo documento”, diz o secretário.

Com obras que se arrastam há mais de uma década, o aeroporto será concedido à iniciativa privada dada a declarada impossibilidade do poder público de concluí-lo por conta própria. A concessão será feita por meio de leilão e terá prazo de 28 anos, dos quais três para construção e 25 para exploração do complexo.

Os prazos para o início do contrato, que deverá ser assinado pelo vencedor do leilão em 21 de outubro, e para a conclusão das obras, até 2014, são considerados exequíveis para a iniciativa privada, de acordo com Benito Gama. “Seria complicado para o governo por questões orçamentárias. Mas agora tratado como prioridade passando para a iniciativa privada, acredito que poderá ser entregue até mesmo antes do prazo final”, conclui.

Entre os interessados, está o grupo carioca MPE, que atua há cerca de 24 anos na manutenção de aeroportos, como o Galeão, Santos Dumont, Cumbica, Manaus, entre outros em todo país; com prestação de serviços para a Petrobras - uma das principais fontes de receita do grupo – além de atividades nas áreas de engenharia, montagem e agronegócios

Por ser a privatização do projeto a primeira do Brasil para o setor aeroportuário, com vistas a realização do Campeonato Mundial de Futebol de 2014, o presidente do grupo MPE Renato Abreu, espera uma concorrência acirrada, com até oito empresas disputando de forma direta. “Como esse é o primeiro a ser feito nesse formato estamos com interesse para sentir o termômetro do mercado. Como o Nordeste é um forte pólo turístico, mais próximo a Europa, a tendência é de crescimento e fomento do turismo e do fluxo de passageiros nos próximos anos”, ressalta. Ele não descarta a possibilidade de incorporar outros dois grupos para concorrer como concessionaria.

Há mais de um ano, explica o presidente do grupo MPE, que investidores acompanham a possibilidade de a iniciativa privada passar a investir no setor. “Mesmo sem o edital, já tínhamos o espírito desse documento e sabíamos das exigências. Por isso, os prazos e valores poderão ser executados”, disse Renato Abreu. O grupo espera entregar com até seis meses de antecedência o terminal, caso arremate o projeto.


Fonte: Tribuna do Norte

3 de dez. de 2010

Avião de projeto Nacional (UFMG) bate quatro recordes mundiais



Um avião construído por alunos e professores da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) quebrou quatro recordes mundiais, ontem e hoje, na categoria C1A0, que engloba modelos com motor a pistão, hélice e peso total de decolagem de até 300 quilos. "Nunca na história da aviação brasileira houve sequer a tentativa de quebrar recordes mundiais com aeronave motorizada", disse, orgulhoso, o professor de Engenharia Aeronáutica da UFMG e coordenador do projeto, Paulo Iscold.

A aeronave CEA 308 bateu ontem o recorde russo de tempo de subida até três mil metros de altitude - baixou de 13 minutos e 40 segundos para 8 minutos e 15 segundos. Também deixou para trás ontem duas marcas que pertenciam a norte-americanos: velocidade em linha reta em 15 quilômetros - atingiu 329 km/h contra 292 km/h - e velocidade de ida e volta em cem quilômetros, chegou a 326 km/h ante 297 km/h. Hoje foi a vez de superar os austríacos na velocidade em linha reta em três quilômetros - 360 km/h contra 351 km/h.

Questionado sobre o que representa a quebra desses recordes para a aviação, Iscold comparou o projeto com carros de corrida. "Você não vai ver um carro de corrida ser vendido numa loja, mas detalhes dele podem ser usados na construção de carros de passeio. Funciona da mesma forma com o avião", explicou. Ele também disse que fica muito satisfeito em poder contribuir com a formação de alunos da UFMG no curso de Engenharia da Aeronáutica. "Vale ainda para mostrar que o Brasil é capaz de desenvolver tecnologia de ponta, sem precisar recorrer a outros países."

As quebras de recorde contaram com a aferição da CAB (Comissão de Aerodesporto Brasileira), órgão vinculado à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), e da National Aeronautic Association, entidade equivalente à CAB nos Estados Unidos, ambas representando a FAI (Federação Aeronáutica Internacional).

História

O projeto da aeronave mineira foi desenvolvido por Iscold em 1999 como trabalho de conclusão do curso de Engenharia Aeronáutica na UFMG. O primeiro voo ocorreu em 2001. "Naquela época as dificuldades eram muitas, a maior delas financeira", disse. Em 2007 os voos passaram a ser regulares. O piloto que desde 2005 participa dos teste é Gunar Armin, ex-comandante da Varig.

Feito de materiais compostos, como fibra de vidro e espuma rígida, também chamada de espuma de PVC, o avião hoje possui 80 cavalos de potência, pouco mais que a potência de um carro de mil cilindradas, e atinge 360 km/h, velocidade superior a de carros de Fórmula 1. O peso da aeronave sem piloto, paraquedas e combustível é de 206 quilos. "Nessa categoria há limitação do peso em até 300 quilos, o que traz uma limitação de potência, porque é difícil conseguir no mercado motor leve e potente", afirmou Iscold.



20 de ago. de 2010

Anac libera uso de celulares em Airbus da TAM

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) confirmou hoje que liberou o uso de telefones celulares nos aviões Airbus da companhia aérea TAM. As aeronaves passaram por testes que demonstraram não causar interferência nos equipamentos o uso dos telefones por passageiros.

Segundo a Anac, a tecnologia capaz de validar o uso dos celulares é nova e a TAM foi a única empresa que requisitou a liberação dos aparelhos em voos. A permissão foi concedida com base em testes da Easa (autoridade de certificação europeia) e em outros testes definidos e executados pela Anac.

Segundo nota da Anac, "os principais ensaios realizados neste caso são o de interferência eletromagnética (com objetivo de verificar se sistemas essenciais da aeronave são suscetíveis) e modos de falha do sistema (simula-se falhas para verificar se o resultado está coerente com as análises técnicas apresentadas)".

Nas aeronaves antigas continua proibido o uso dos aparelhos durante o voo.


30 de jun. de 2010

Carro que vira avião em 30 segundos é aprovado nos EUA

30/06/2010 05h28 - Atualizado em 30/06/2010 10h43
Carro que vira avião em 30 segundos é aprovado nos EUA
Monomotor custará o equivalente a R$ 360 mil e começará a ser entregue em 2011, segundo empresa.
BBC

A Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos aprovou a produção de uma aeronave também preparada para andar como um carro nas ruas.

O veículo recebeu aprovação para ser produzido como uma aeronave esportiva leve, apesar de pesar cerca de 50 quilos a mais do que o permitido na categoria.

Nesse tipo de categoria, é preciso apenas 20 horas de voo para se obter uma licença.

Mas a Terrafugia, a empresa que criou o protótipo do Transition, disse que era impossível colocar todos os equipamentos de segurança exigidos para um carro desse tamanho respeitando o limite de peso e acabou conseguindo que a autoridade reguladora da aviação no país abrisse uma exceção e aprovasse o monomotor.


Transition tem autonomia de voo de mais de 700 km (Foto: Terrafugia/BBC)

Segurança

O Transition tem autonomia de voo de mais de 700 km, capacidade para duas pessoas, velocidade máxima de 185 km/h no ar e pode ser transformado de carro em avião em apenas 30 segundos pelo piloto, segundo a Terrafugia.

Movido a gasolina comum, o protótipo tem tração nas rodas dianteiras para circular nas ruas e um propulsor para o voo.

Quando está em sua configuração como carro, com as asas dobradas, tem um tamanho que permite que seja guardado em uma garagem comum.

Segunddo a Terrafugia, uma das principais vantagens do carro sobre aeronaves leves existentes é a segurança, já que o Transition pode ser dirigido na estrada no caso de mau tempo, em vez de ser impedido de voar ou de decolar em condições perigosas.

O carro voador custará em torno de US$ 200 mil (cerca de R$ 360 mil), e a empresa diz que já recebeu 70 encomendas, com os interessados pagando um depósito de US$ 10 mil (cerca de R$ 18 mil).

O veículo deverá começar a ser entregue no fim de 2011, segundo a Terrafugia.

Para os responsáveis pelo projeto, ele terá o potencial para "mudar o mundo da mobilidade pessoal". "Os deslocamentos agora se tornam uma experiência integrada terra-ar sem dores de cabeça. É o que os entusiastas da aviação vêm buscando desde 1918", disse Carl Dietrich, presidente Terrafugia.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/06/carro-que-vira-aviao-em-30-segundos-e-aprovado-nos-eua.html

7 de jun. de 2010

A participação da ANAC no VII Encontro Paranaense de Segurança Operacional


O Gerente de Controle de Riscos Aeronáuticos da ANAC, Eng. Fernando Franklin Correia estará neste dia 12/06/2010 no Auditório Alcides Bueno palestrando sobre o treinamento e a implantação do SGSO no Brasil. A informação é fundamental para todos nós, visto que estamos envolvidos diretamente no processo e somos usuários do sistema de aviação civil. Além disto, com base nos dados apresentados, poderemos traçar estratégias para atuar no mercado da consultoria e da assessoria, como auxiliares, ou mesmo gestores da segurança operacional em empresas de pequeno porte. É um campo grande, que precisa de profissionais especializados e com competências diversas, que pode ser preenchido por alunos do curso. Quem conhece os novos sistemas de segurança sabe que, todos devem estar envolvidos. Pilotos, engenheiros, mecânicos e todos os departamentos das empresas operadoras de aeronaves precisam estar cientes do Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional e mais ainda, atuarem nele.
O Sr. Fernando possui sólidos conhecimentos na gestão de controle dos riscos de acidentes aeronáuticos; larga experiência no segmento de Sistemas de Gerenciamento da Segurança Operacional da Aviação Civil; larga vivência no Planejamento e Implantação de Sistemas de Telecomunicações aplicados ao Gerenciamento do Controle do Tráfego Aéreo; Gerência de toda implantação, desde o início, das redes de Telecomunicações da Multicanal Telecomunicações, hoje NET (11 cidades – 13.000Kms – 700.000 assinantes); domínio na elaboração de programas de manutenção preventiva, suporte técnico e gerência de níveis de serviço (SLA); amplo conhecimento na terceirização das atividades de: suporte ao cliente, construção e manutenção de redes; implantação de programas de melhoria de qualidade de serviços, baseado em análise de pesquisas de satisfação dos clientes; Consultoria Técnica para operadores e construtores de redes em banda larga; ampla experiência em: gestão de pessoas, planejamento e controle orçamentário das áreas de serviço e engenharia em empresas de grande porte.

9 de mar. de 2010

Europa quer substituir carros por sistema de transporte aéreo pessoal

Redação do Site Inovação Tecnológica - 09/03/2010

O maior objetivo a longo prazo do Projeto PPlane é tirar carros de circulação, oferecendo em troca o conforto de uma viagem mais rápida, de um lado, e a sustentabilidade ambiental de outro.[Imagem: PPlane]
Transporte aéreo pessoal

A ideia de um meio de transporte aéreo pessoal é antiga, englobando conceitos de carros voadores e aviões pessoais até aparatos exóticos, como diversos tipos de mochilas voadoras, que nunca saíram da categoria de curiosidades.

Mas isso talvez agora possa mudar. O centro de pesquisas da União Europeia, um organismo multinacional que congrega os melhores cérebro do velho continente, decidiu apoiar um projeto chamado Sistema de Transporte Aéreo Pessoal, que adotou a sigla PPlane.

O consórcio, que recebeu um financiamento de €4,4 milhões, é liderado pela francesa Onera e inclui universidades e institutos de pesquisas de 11 países europeus.

Veículo aéreo

O objetivo do projeto é ambicioso: "um novo paradigma para o transporte aéreo, destinado a diminuir os congestionamentos e revolucionar o conceito de viagens."

Como um carro privado, o veículo aéreo PPlane pessoal deverá oferecer os benefícios da velocidade e da eficiência que só são possíveis quando o passageiro tem o veículo à sua inteira disposição para ir diretamente da origem ao destino, sem precisar dirigir-se a estações.

A proposta coloca ênfase no design ambientalmente responsável, incluindo baixos níveis de ruído e redução das emissões de gases, sistema de propulsão ecológico e eficiência energética.

Tirar carros de circulação

O maior objetivo a longo prazo é tirar carros de circulação, oferecendo em troca o conforto de uma viagem mais rápida, de um lado, e a sustentabilidade ambiental de outro.

"Os objetivos ambiciosos foram estabelecidos para proporcionar reduções drásticas de ruídos e emissões, um aumento significativo da eficiência de combustível, um nível de segurança comparável ao dos aviões convencionais e baixo custo," afirma José M. Martin Hernandez, coordenador do projeto.

O projeto PPlane tem três para apresentar seus resultados.


http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=substituir-carros-sistema-transporte-aereo-pessoal&id=010170100309&ebol=sim

17 de dez. de 2009

Boeing 787 levanta voo com dois anos de atraso



O novo Boeing 787 fez seu voo inaugural nos Estados Unidos com dois anos de atraso.

A empresa espera que o dreamliner revolucione as viagens aéreas, já que ele é o primeiro avião comercial feito principalmente de ligas de carbono em vez de alumínio.

Isso significaria uma economia de 20% de combustível, o que reduziria os custos de voo.

Mas a boeing enfrenta a competição direta da Airbus. O super jumbo A380 já está voando há dois anos e a empresa está desenvolvendo um rival para o dreamliner.

Além disso, apesar de ter recebido mais de 800 pedidos de compra, os primeiros 787 deveriam ter começado a operar no ano passado, mas os sérios atrasos na produção podem representar mais um ano de espera e alguns clientes já cancelaram os pedidos.

Fonte: BBC

8 de dez. de 2009

Microplanador é inspirado em semente voadora

Redação do Site Inovação Tecnológica - 08/12/2009



Monocóptero inspirado nas sementes da árvore maple (na mão do pesquisador) ganhou controle graças a um rotor que opera na função inversa do rotor de um helicóptero.[Imagem: Eric Schurr]

Um grupo de estudantes da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, conseguiu replicar a capacidade de voo das sementes de uma família de árvores conhecida como maple, que desce planando até o solo.

O resultado é um veículo aéreo capaz de planar suavemente ao ser lançado de um avião, de algum local alto ou mesmo arremessado com as mãos.

O experimento, de uma aparente mera curiosidade, transformou-se em duas patentes requisitadas pela universidade, que poderão ser usadas em veículos passivos de vigilância e de monitoramento ambiental.

Microplanador

Ao dotar o pequeno veículo de um rotor de controle, o microplanador tornou-se controlável, capaz de voar de aproveitando os ganhos aerodinâmicos e de flutuação desenvolvido por milhões de anos de evolução das sementes de maple, mas com total controle.

As primeiras tentativas de replicar a capacidade de planar das sementes de maple datam de 1950. Até agora, todas essas tentativas fracassaram pela falta de controle sobre o voo dos veículos.

Evan Ulrich e seus colegas resolveram o problema da estabilidade adicionando um novo componente curvo no corpo do pequeno veículo, dando-lhe a capacidade de planar de forma controlada e transformando-o no menor veículo controlável de asa única já construído.

Queda controlada

Parte da solução para controlar o voo consistiu em separar fisicamente o problema da propulsão e da estabilidade. A semente de maple só tem que flutuar até o solo, e a gravidade lhe fornece toda a "potência" necessária para fazê-la girar e descer em um voo estável.

A asa única do microplanador é projetada para funcionar da mesma forma que a semente, fazendo uma autorrotação estável durante a descida. Mas a gravidade não lhe dá força suficiente para planar.

Para isso foi adicionada uma seção separada, contendo um propulsor que funciona como o rotor traseiro de um helicóptero - só que, ao invés de evitar a rotação, como acontece nos helicópteros, ele mantém a rotação, permitindo que o veículo plane de forma controlada.

Fonte: Inovação Tecnológica

7 de dez. de 2009

VISITA TÉCNICA “HISTÓRIA, PESQUISA E INDÚSTRIA AERONÁUTICA NO BRASIL”







No dia 22 de novembro 43 alunos e 3 professores se dirigiram para São José dos Campos-SP e Rio de Janeiro-RJ para a Visita Técnica "história, pesquisa e indústria aeronáutica no Brasil". O intuito era resgatar o conteúdo histórico da aviação, através da visita ao Museu Aeroespacial do Rio de Janeiro; verificar como foi e o que está sendo feito em termos de pesquisa aeroespacial, na visita ao DCTA em São José dos Campos e conhecer a terceira maior indústria aeronáutica do mundo, a EMBRAER.
Os alunos puderam ver na prática aplicações dos conteúdos didáticos aprendidos em sala de aula e compreender a necessidade de envolvimento, responsabilidade e dedicação à profissão. Ao final da visita os alunos visitaram o Corcovado e a praia do Leme no Rio, para descontrair.
Os professores Jonas Liasch Filho e Emerson S. Daniel acompanharam as visitas junto com a coordenadora do curso e o projeto foi concluido com êxito, tendo atingido os objetivos propostos.

26 de nov. de 2009

'Homem-pássaro' não consegue atravessar da África para Europa

tentativa do piloto suíço Yves Rossy de atravessar o Estreito de Gibraltar usando uma asa de propulsão a jato fracassou nesta quarta-feira.

Ele pretendia voar sobre os trinta e oito quilômetros do canal, saindo do Marrocos e chegando à Espanha.

Mas depois de ser lançado de um avião a 2 mil metros de altitude, ele teve problemas e acabou retirando as asas e pulando de paraquedas na água, antes de ser resgatado por um helicóptero.

No ano passado, Rossy, que se autointitula "Jetman", entrou para o Guinness World Records ao ser o primeiro a atravessar o Canal da Mancha com o mesmo tipo de equipamento.

Sem instrumentos

Rossy, que já foi piloto de caças e hoje é comandante de voos comerciais da companhia aérea Swiss, diz que seu sonho sempre foi "voar como um pássaro".

Rossy foi piloto de caças militares e hoje é comandante em voos comerciais.

Ao longo de sua carreira amadora, ele desenvolveu 15 asas.

O modelo que usa atualmente possui quatro turbinas movidas a querosene. A asa tem uma envergadura de 2,5 metros e pesa cerca de 55 kg quando carregada de combustível.

"Eu navego apenas pela minha própria visão e manobro usando os movimentos do meu corpo, principalmente cabeça, ombros e braços. O único instrumento que uso é o medidor de combustível", explicou Rossy em seu site.

Além de completar este desafio, ele espera um dia poder sobrevoar o Grand Canyon, nos Estados Unidos.

 

Fonte: BBC

9 de nov. de 2009

O embarque imediato da Azul

Ana Lúcia Moura Fé, da INFO

SÃO PAULO - David Neeleman, fundador da empresa aérea Azul, fala sobre a tecnologia a bordo dos aviões.

david-neeleman-azul-20091021062320[1] A carreira de David Neeleman, de 49 anos, tem a velocidade de um jato. Em 1979, aos 20 anos, o paulista filho de americanos pregava a fé como missionário mórmon em favelas cariocas e cidades nordestinas. Em 2000, criou, nos Estados Unidos, a Jet- Blue, companhia aérea de baixo custo premiada como uma das mais eficientes daquele país. Passou de vendedor de pacotes turísticos a integrante da lista das 100 pessoas mais influentes do mundo da revista Time. Em 2008, Neeleman criou a Azul Linhas Aéreas, que opera a partir do aeroporto de Viracopos, em Campinas. Em pouco mais de seis meses a empresa tornou-se a terceira maior do país, atrás da Gol e da TAM. Em junho transportou 650 mil pessoas em 74 voos diários para 14 destinos. Na sede da Azul, em Barueri, São Paulo, entre uma consulta e outra ao seu BlackBerry, Neeleman falou à INFO sobre a tecnologia a bordo dos aviões.

INFO - Sua primeira companhia aérea, a Morris Air, foi pioneira no uso do bilhete eletrônico. Por que vocês adotaram essa solução?

NEELEMAN - O bilhete comprado e emitido por computador aboliu aquele carnê com uma página para cada trecho a ser voado. Pudemos dispensar os papéis e simplificar o controle administrativo. Isso reduziu os custos e facilitou o embarque. A IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo) trabalha para abolir bilhetes impressos. Isso vai salvar milhões de árvores todos os anos.

INFO - A Azul é conhecida pelas passagens baratas. Vocês cortaram serviços para baixar custos?

NEELEMAN - Antes da Azul, pagavam-se 700 reais para ir a Fortaleza porque não havia opção mais barata. Agora, a viagem custa metade desse valor. Nossa tarifas são resultado de eficiência. Não usamos carrinhos de bebidas e comidas e não oferecemos sanduíches ruins. Temos bebidas e snacks que são servidos em cestas pelas comissárias de bordo. Mas alguns dos nossos jatos têm monitores individuais de televisão em todas as poltronas.

INFO - Haverá TV ao vivo nos voos?

NEELEMAN - Sim. Em 2010 toda a nossa frota oferecerá até 36 canais de TV ao vivo. Serão os canais da NET. Os passageiros poderão ver novelas, telejornais, e, se tudo der certo, os jogos de futebol da Copa do Mundo, em junho do próximo ano. Os equipamentos necessários para isso estão sendo desenvolvidos pela LiveTV, a empresa que domina a tecnologia de TV ao vivo em aviões.

INFO - Vocês divulgaram que teriam TV ao vivo neste semestre. Qual a razão para o adiamento?

NEELEMAN - Basicamente a antena. O satélite que difunde sinais de TV no Brasil usa uma frequência diferente da que é empregada nos Estados Unidos. É preciso desenvolver uma nova antena. Depois, ela terá de passar pelo processo de certificação.

INFO - A Azul vai ter rede sem fio para acesso à internet nos voos, como a JetBlue?

NEELEMAN - A internet nos aviões ainda é cara demais para o passageiro comum. Por isso, não vamos instalá-la nos aviões da Azul.

INFO - A Azul usa aviões E-Jets 190 e 195, da Embraer. Por que esses modelos?

NEELEMAN - São aviões com 106 e 118 assentos, respectivamente. Esse tamanho atende a nossa estratégia de oferecer linhas diretas entre várias cidades com vários voos por dia. Avião menor significa mais viagens e maior ocupação de assentos. Além disso, esses jatos são equipados com o que há de mais avançado na indústria aeronáutica.

INFO - Que equipamentos são esses?

NEELEMAN - Um exemplo é o Head-Up Display, ou HUD. Trata-se de uma lâmina de acrílico transparente que fica à altura dos olhos do piloto, como um para-brisa. Nela, projetam-se todos os dados importantes para o trabalho do piloto. Com essa tecnologia, ele pode se concentrar na pista de pouso ou no tráfego sem perder de vista os instrumentos. Não precisa olhar para baixo para consultá-los. Isso faz grande diferença na segurança, principalmente em condições de baixa visibilidade. Pagamos 650 mil dólares a mais por cada avião para ter esse equipamento. A Azul é a única empresa no Brasil a ter HUDs duplos em 100% da frota.

INFO - Os aviões da Azul usam um porta-documentos digital, o EFB. Que benefícios ele traz?

NEELEMAN - O Electronic Flight Bag (EFB) é um sistema que incrementa a segurança dos aviões porque armazena e gerencia mapas, relatórios de cálculo e documentos importantes para a administração do voo. Trata-se de uma evolução da aviônica, a eletrônica a bordo. À medida que a armazenagem eletrônica foi se tornando mais barata, perdeu o sentido os pilotos carregarem quilos de cartas aeronáuticas, esquemas de aproximação e pouso, procedimentos de decolagem, dados sobre a localização de aeroportos e listas de dispositivos de auxílio à navegação. Tudo isso, agora, fica no EFB, que ainda fornece dados meteorológicos ao piloto. Essa tecnologia agiliza as operações e torna a atualização das informações mais rápida e segura. O piloto pode se concentrar mais na pilotagem. No Brasil, só a Azul tem isso em 100% da frota.

INFO - Como confiar na tecnologia com tantos acidentes acontecendo?

NEELEMAN - Posso afirmar que, em quase 100% dos acidentes aéreos, o motivo é falha humana. Tenho 100% de confiança nos nossos aviões, que são os mais seguros do mundo, e na qualificação dos nossos 150 pilotos.

Fonte: INFO

4 de set. de 2009

Airbus estuda substituir caixas-pretas por envio de dados via satélite

Paris - O fabricante aeronáutico europeu Airbus trabalha em um projeto para substituir as caixas-pretas dos aviões, que armazenam os dados de voo, por um sistema de envio da informação por satélite e assim evitar que esses dispositivos se percam em caso de acidente.

Esta revelação foi feita pelo presidente da Airbus, Thomas Enders, que em entrevista publicada hoje pelo jornal "Le Parisien" explicou que no lugar das caixas-pretas a empresa examina "a possibilidade de melhorar o sistema atual com outro método de recopilação de dados".

"Os dados mais importantes dos voos poderiam, por exemplo, ser transmitidos em tempo real por satélite como já ocorre com as informações vinculadas à manutenção do avião" para assim ter certeza de que, em caso de acidente, podem se recuperar todos os dados do voo, precisou Enders.

Este anúncio coincide com os trabalhos de busca das caixas-pretas do Airbus da Air France que no dia 31 de maio caiu no Atlântico quando fazia ai do Rio de Janeiro para Paris, causando a morte de seus 228 ocupantes.

O presidente do fabricante aeronáutico assinalou que neste caso "se vê a dificuldade de recuperar as caixas-pretas que estão no fundo do oceano".

Apesar de tudo, acrescentou que sua empresa está "disposta a fornecer um apoio financeiro significativo para a nova fase de busca das caixas-pretas" que vai a dirigir o organismo francês encarregado de investigar acidentes de aviões, o BEA.

Precisamente, o presidente do BEA, Paul-Louis Arslanian, tinha lembrado no início de semana que há muito tempo há uma reflexão internacional sobre substituir o sistema atual e que se colocam dois tipos de soluções: desenhar caixas-pretas que flutuem no mar ou transmitir os dados durante o voo.

Arslanian disse, no entanto, que "existem numerosos freios" para ambas as hipóteses como o preço e, além disso, seria preciso idealizar um dispositivo para "protegê-las contra um uso abusivo" ou sua eventual manipulação se os dados se transmitissem por satélite em lugar de conservar-se nas caixas-pretas.

O próprio criador das caixas-pretas, o francês Pierre Jeanniot, considera que "hoje são obsoletas" sobretudo porque há "novas tecnologias" que permitem o envio de informações se não de forma contínua, em caso que houvesse qualquer sinal de falha em um avião.

O custo desse sistema seria de "aproximadamente US$50 mil por aeronave", segundo a estimativa de Jeanniot publicada por "Le Parisien".

Fonte: IG Último Segundo
04/09 - 04:19 , atualizada às 04:42 04/09 - EFE

31 de ago. de 2009

Alaska Air testa procedimento de aproximação com economia de combustível

Semana passada um Boeing 737 da Alaska Airlines desceu em direção a Seattle-Tacoma International Airport com seus motores em marcha lenta. A bordo estavam os pilotos do Alaska e os técnicos e funcionários da sede da Administração Federal de Aviação (FAA) em Washington, DC,.

A ocasião era o último teste de um procedimento experimental de pouso no aeroporto, que promete economizar milhões de litros de combustível, diminuir a exposição dos moradores ao ruído do jato, reduzir a poluição e conservar dólares preciosos das companhias aéreas.

O novo procedimento, chamado pela indústria aeronáutica e de seus reguladores de Optimized Profile Descent, é uma medida que utiliza satélites de alta tecnologia de navegação orientada, o poder dos computadores informatizado de gestão de voo de aeronaves com a supervisão da FAA para alterar procedimentos antigos de décadas para trazer aeronaves da altitude de cruzeiro para o pouso.

"Não há nada na tecnologia que não tenha sido usado antes", disse Mike Adams, um capitão técnico da Alasca Airlines que está ajudando a estabelecer o sistema em Sea-Tac, o aeroporto da maior hub da companhia aérea ", mas o complicado está nos detalhes".

Case a navegação com os sistemas de gestão informatizada de vôo e os aviões podem calcular e executar rotas de voo que irá levar um avião de uma altitude de cruzeiro de, digamos, 39.000 pés para a cabeceira da pista em um caminho descendente bom que necessita apenas de propulsão mínima do motor.

No âmbito do procedimento de pouso tradicional em atual uso, uma vez que uma aeronave desça para 10.000 pés, ela segue os procedimentos ditados pelos controladores de tráfego aéreo. O resultado desses procedimentos tipicamente é uma espécie de descida em escada para o aeroporto na qual um controlador instrui o piloto a sua posição, velocidade e altitude e os traz para baixo em direção a pista em uma série de mudanças de altitude.

Esse procedimento tradicional exige que os aviões deçam e depois estabilizem várias vezes em sua descida de 10.000 pés. Cada vez que as aeronaves nivelam, os pilotos devem aumentar a potência para manter a altitude.

No âmbito do processo OPD, a descida é uma queda constante da altitude, que pode ser feito, na maioria dos casos, sem aumentar a potência do motor acima do idle até imediatamente antes do desembarque.

Seguindo procedimentos OPD apenas para aproximações em Sea-Tac que voam sobre Puget Sound Vashon entre a ilha e o continente, chamada de Abordagem Ocidente, poderia economizar às companhias aéreas que voam em Sea-Tac cerca de 175.000 galões de combustível por mês ou 2,1 milhões de galões anualmente, a companhia calcula. As economias poderiam se multiplicar se os procedimentos de descida otimizadas fossem colocados em uso para as outras aproximações no campo. As reduções de emissões são condizentes com a economia de combustível, com uma redução de 22.400 toneladas métricas de emissões por ano, a quantidade emitida por 4.100 carros.

Fonte: COMONEWS

25 de ago. de 2009

Empresa dos EUA desenvolve avião com autonomia de voo de cinco anos

Uma companhia americana está desenvolvendo uma aeronave movida a energia solar que poderá se manter no ar por cinco anos continuamente. A asa em forma de Z, com 150 metros de envergadura, será reajustável durante o voo, para que possa absorver o máximo possível de energia do sol.

A Odysseus deverá acumular a energia do sol durante o dia e usá-la para continuar seu voo durante a noite. Na ocasião, a asa tomará uma forma plana, diminuindo sua resistência ao ar e, portanto, consumindo menos energia.

A aeronave não tripulada está sendo projetada para voar a altitudes de 18 mil a 27 mil metros, e deverá ser utilizada para missões de reconhecimento, comunicações e monitoramento ambiental no âmbito de pesquisas sobre mudanças climáticas.

A empresa Aurora Flight Sciences está desenvolvendo a aeronave dentro do programa "Vulture", que tem apoio da BAE Systems, C.S. Draper Laboratories e Sierra Nevada Corporations.Os pesquisadores divulgaram o desenho da aeronave. O protótipo deve ficar pronto em cinco anos.

Fonte: UOL e BBC

13 de ago. de 2009

Novo helicóptero leve disponível nos Estados Unidos

JSC CB Aerocopter, um fabricante europeu de helicóptero localizado em Poltava, Ucrânia, anunciaou a disponibilidade nos E.U.A. dos seus helicóptero leve Aerocopter AK1-3. Certificado na Europa em 2006, a empresa sustenta que o helicóptero de dois-assento será inicialmente oferecido como um kit.

O AK1 A-3 é alimentado por um motor Subaru EJ25 de 156-hp e quatro-cilindros arrefecido à água, de combustível injetado. A velocidade de cruzeiro é de 100 mph enquanto queima sete a nove gph de combustível sem chumbo 95 octanas. A tanque de combustível padrão de 19/1 galões do helicóptero promove uma autonomia de de duas horas de voo.

O cockpit inclui um sistema de informação de voo eletrônico full-glass com um pacote de funcionalidades programáveis moving maps, health and usage monitoring systems (HUMS), terrain awareness and warning system (TAWS), e visão sintética. O rotor principal de três pás apresenta uma barra de torção laminar de titânio.

O preço do kit é US$ 158.400,00. Para especificações completas, opções e preços, visite o Web site.

Fonte: AOPA Online

11 de ago. de 2009

Boeing quer vender caças para o Brasil e admite transferir toda tecnologia

O governo brasileiro anuncia em breve de quem comprará 36 modernos aviões de combate, para substituir a atual frota de caças supersônicos.

O volume final do negócio, dependendo de projetos de transferência de tecnologia, deve chegar os US$ 10 bilhões.

Na luta pelo contrato bilionário, a maior empresa aeroespacial do mundo, a Boeing, está oferecendo investir no Brasil a mesma soma em dólares que for paga pela aquisição dos caças avançados pretendidos pela FAB.

A promessa veio da boca de Jim Albaugh, o Vendedor Chefe de Aviões Militares e Sistemas Bélicos da Boeing. Ele acha que seu avião é o melhor por um motivo central: é o único, entre os competidores, que está em combate há mais de 15 anos e vai continuar.

Trata-se do 'F-18 Super Hornet' de segunda geração, empregado pela Marinha americana, que já o exibiu várias vezes a pilotos brasileiros. Os principais competidores são o francês 'Rafale', oferecido com um amplo pacote de tecnologias que incluiriam até submarinos e o sueco 'Grippen', um modelo elogiado pela flexibilidade e baixos custos.

Mas o Vendedor Chefe da Boeing sabe que o foco central do reequipamento da Força Aérea Brasileira é político e diz que o governo de Barack Obama entendeu o que precisa ser feito.

"Washington apóia uma oferta de transferência de tecnologia que incluiria a propriedade intelectual, além de sistemas avançados de armamentos, uma proposta nunca feita antes", segundo Jim Albaugh.

E qual motivo da Boeing por à venda o que lhe custou tanto dinheiro para desenvolver? "Queremos ser uma empresa global no setor de defesa, com a participação de vários países", respondeu. "E para isso precisamos oferecer a tecnologia que desenvolvemos".

São severas as restrições impostas pelo governo dos Estados Unidos aos compradores de armas americanas que desejam reexportar bens e tecnologias adquiridas. "No caso do Brasil", diz o Vendedor da Boeing, "a disposição do governo de Obama em facilitar as coisas 'não tem precedentes'", disse.

E por um fato simples, adianta: "nos últimos anos os americanos exportaram centenas de aviões de guerra, mas nenhum para o Brasil e agora o Departamento de Estado em Washington aceitou que fosse exportada também a nossa propriedade intelectual".

Há 35 anos vendendo aviões militares, Jim Albaugh tem clara visão de quanto política influencia esse tipo de negócio. "Entendo que existam preocupações em relação aos Estados Unidos por conta do passado, mas espero que o governo brasileiro perceba como pode se beneficiar de ter uma boa relação com os Estados Unidos", afirmou.

O Jornal da Globo apurou que o Presidente Barack Obama já ligou uma vez para o Presidente Lula para falar do interesse americano em vender aviões militares e tecnologia para o Brasil e deve telefonar brevemente mais uma vez, para tratar do mesmo assunto.

Fonte: Jornal da Globo

6 de ago. de 2009

Qual meio de transporte polui mais, avião ou trem?

A fama das aeronaves é pior. Mas, dependendo da lotação e da distância, a ferrovia pode causar mais impacto ao meio ambiente por passageiro. É o que revela um estudo de Mikhail Chester e Arpad Horvath (www.sustainable-transportation.com), da Universidade da Califórnia, em Berkeley, nos Estados Unidos. Eles consideram a infraestrutura utilizada, o processo de fabricação do veículo, o combustível consumido e as emissões de poluentes. Uma das conclusões é que um ônibus lotado é o meio de transporte mais amigável ao ambiente — mas provavelmente não com o fumacento diesel brasileiro.

Fonte: INFO

5 de ago. de 2009

Dirigíveis voam depois de 71 anos

Confira neste site algumas fotos de dirigíveis fotografados por Tim Wagner no Silicon Valley no tour do Airship Adventure`s Eureka. O primeiro translado de uma aeronave mais leve que o ar em 71 anos nos EUA.










Fonte: http://blogs.sfweekly.com/shookdown/2009/08/photos_airships_fly_again_afte.php

31 de jul. de 2009

Já imaginou pilotar um avião de 2,6 gramas?


O Micro Butterfly, da Plantraco, pesa apenas 2,6 gramas e tem cerca de 11 centímetros de comprimento de asa. Praticamente um inseto voador com motorzinho!

Tudo é micro no avião: o receptor para o rádio-controle pesa 0,38 grama. O motorzinho tem apenas 4 milímetros e aguenta o tranco de levantar o avião do chão.

Ele é feito de um tipo de espuma e fibra de carbono, materiais leves, mas resistentes às inevitáveis quedas.

Para um modelo tão mínimo, até que o tempo de voo é razoável: entre 5 e 10 minutos. A altura máxima que ele alcança é de 70 centímetros. O preço, como de qualquer coisa pequenininha, é grande: US$ 150.

Fonte: Renata Leal - Info