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7 de nov. de 2011

Aviação civil criará 2 milhões de empregos até 2030




A combinação entre crescimento da indústria de aviação comercial e a aposentadoria dos profissionais que já estão no mercado impulsionará a criação de postos de trabalho no setor nas próximas décadas. De acordo com estudo da Organização Internacional da Aviação Civil (ICAO, na sigla em inglês), até 2030 o setor deve contratar 2 milhões de profissionais ao redor do globo. O órgão, vinculado a Organização das Nações Unidas (ONU), estima que o número de aviões comerciais em operação devem subir para 151,565 nos próximos 20 anos. Em 2010, este número era de 61,833.
O número de voos, segundo a projeção, deve saltar de 26 milhões para 52 milhões neste período. PAra atender a essa demanda, o número de profissionais do setor deve dobrar com relação ao contingente atual. Só de pilotos, estima-se que serão necessários 980,799 até 2030. No ano passado, haviam 463,386 disponíveis no mercadoPilotos. No entanto, o estudo prevê, o setor enfrentará um descompasso entre treinamento e demanda do mercado. Em outras palavras, tendo em vista a capacidade da indústria da aviação civil para investir em qualificação, vai faltar mão de obra no setor nos próximos anos.
Estima-se que, em todo mundo, o setor terá uma carência de profissionais equivalente a 160 mil pilotos, 360 mil profissionais de manutenção e 40 mil contradores de voo.

Fonte Aeroflower

8 de jun. de 2011

Palestra sobre CNS/ATM - Tecnologias de Implementação da Nav/Com aérea


Alunos do Curso de Ciências Aeronáuticas e professores estiveram presentes na Palestra sobre o conceito CNS/ATM ministrada no Auditório do INFRAERO-Londrina neste último dia 02/06. A palestra foi uma comemoração do Aeroclube de Londrina ao seu aniversário e também à aquisição de 3 (três) aeronaves que operam o G1000, equipamento avançado para navegação.
O Cmte. Jorge Barros explanou as melhorias que o sistema irá acrescentar ao atual sistema de navegação aérea, os conceitos do CNS/ATM e o planejamento de implantação que já está em curso.

27 de abr. de 2011

I Ciclo de Palestras - SNEA e AVIANCA


O Cmte. Ronaldo Jenkins (Diretor Técnico do Sindicato Nacional de Empresas Aeroviárias) e Cmte. Marco Abreu (Safety) da AVIANCA nos brindaram com palestras que firmaram os conceitos de Cultura de Segurança de Voo e SGSO. Ainda, falaram de fatores humanos e de ferramentas para a prevenção de acidentes aeronáutios.
Os alunos compareceram, prestigiando o evento, além de representantes de empresas da cidade e região. Já estamos preparando o VIII Encontro de Segurança Operacional, para junho.

2 de mar. de 2011

INFRAERO faz campanha contra uso de laser.


A Infraero iniciou um trabalho de levantamento e registro das ocorrências envolvendo lasers na operação de pouso e decolagem na região dos aeroportos sob sua administração. O objetivo da ação é mapear os casos dessa natureza para planejar ações que venham a prevenir interferências nas operações das aeronaves.

Os registros começaram a ser feitos em 2010, quando as áreas de Navegação Aérea, Operações e Segurança dos aeroportos começaram a receber relatos mais frequentes de pilotos que reportavam ter sido atingidos por raios de laserpoints, equipamentos similares a uma caneta que emitem uma luz capaz de alcançar distâncias de até dois mil metros. Só no ano passado, nos 67 aeroportos da Rede Infraero contabilizaram 282 relatos, sendo a maioria no estado de São Paulo.

“A Infraero tem orientado seus aeroportos a fazer o registro dessas ocorrências para que a empresa possa notificar autoridades como o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e as autoridades locais, como Governos de Estado, Prefeituras e Polícias Federal, Civil e Militar, para combater esse problema”, explicou o coordenador de Segurança Operacional, Luís Xavier de Oliveira Souza.

Em outra linha de ação, a Infraero tem incentivado aos órgãos de navegação aérea locais e regionais a realizar encontros com autoridades locais e membros da comunidade para sensibilizar a população sobre os riscos dessa brincadeira de mau gosto. Como exemplo, as reuniões que ocorreram em Vitória (ES), Campinas (SP) e João Pessoa (PB), a Infraero e os participantes têm debatido sobre as melhores formas de se combater o problema.

“A pessoa que aponta um laser para uma aeronave ignora o fato de que essa luz pode ofuscar e até mesmo cegar um piloto que está nas fases críticas da operação, no procedimento de pouso ou decolagem, o que pode colocar várias vidas em risco”, alertou Luís Xavier.


Assessoria de Imprensa – Infraero
imprensa@infraero.gov.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
www.twitter.com/canalinfraero
Email enviado pelo aluno Adenilto F. dos Santos - Ciências Aeronáuticas

1 de mar. de 2011

Blog "Cultura Aeronáutica" atinge 100 mil visitas

O blog "Cultura Aeronáutica", publicado pelo Professor Jonas Liasch Filho e pelos alunos do Curso de Ciências Aeronáuticas da Unopar, atingiu, na tarde do dia 28 de fevereiro de 2009, a expressiva marca de 100 mil visitas.

Atualmente, segundo o Sitemeter, o blog recebe, em média, 390 visitas diárias e 2.729 visitas por semana. Se manter essa média, o "Cultura Aeronáutica" espera um número de mais de 140 mil visitantes por ano. Mas o fato é que, nos últimos meses, houve um expressivo aumento do tráfego.

O blog tem alcançado tanto sucesso que, nos maiores sites de buscas, Google, Yahoo e  Bing, ao se pesquisar com os argumentos "cultura aeronáútica", com ou sem aspas, o blog aparece sempre no primeiro ou nos três primeiros resultados.

O professor Jonas Liasch, responsável pela manutenção do Blog e autor da maioria dos seus artigos, agradece a todos os leitores assíduos e aos alunos que também publicam seus artigos no mesmo, e faz um convite a todos os que ainda não o conhecem, que façam uma visita, no endereço eletrônico http://culturaaeronautica.blogspot.com/, e que deixem suas impressões e comentários.

19 de nov. de 2010

Alunos de Ciências Aeronáuticas montam rádios em aula prática

Entre os objetivos do Curso de Ciências Aeronáuticas da Unopar estão o  incentivo à pesquisa, ao conhecimento prático e ao trabalho em equipe.
Tudo isso foi colocado em prática quando os alunos do sexto semestre, às portas da formatura, foram desafiados a construir um transmissor ou um receptor de rádio, construídos em casa e com qualquer recurso de que pudessem lançar mão.

Essa foi a única exigência do Prof. Jonas Liasch, que ministra a disciplina de "Aviônica e Sistemas de Automação de Aeronaves": "vocês podem fazer qualquer coisa, desde que essa coisa consiga transmitir ou receber algum tipo de informação através de ondas eletromagnéticas.
No dia 18 de novembro, prazo final para a apresentação dos trabalhos, muita coisa interessante apareceu, e o destaque foi para a criatividade e alegria do pessoal, que claramente se orgulhava de ver seus precários aparelhos funcionando plenamente.
Muitos aparelhos eram simples placas de circuito impresso, com componentes soldados com estanho. Mesmo durante a aula, era visível o esforço dos alunos em provar o funcionamento de seus aparelhos. Transmitir qualquer coisa era um alegria sem igual. Alguns aparelhos conseguiam transmitir pouco mais que um zumbido, enquanto outros conseguiam transmitir música em alta qualidade.

Um aparelho em especial chamou a atenção: foi apresentado pelos alunos Desire, Felipe e Heloísa. Dava até medo no pessoal. Qualquer rádio ligado em AM no local recebia os sinais do tal aparelho, que se sobrepunha facilmente a qualquer outro sinal. Foi construído com uma caixa de sorvete, um interruptor de luz doméstico, uma caixa de sorvete de 2 litros vazia, uma lâmpada, e vários metros de fio de cobre.
A lâmpada não emitia luz normal, pois dentro dela se formavam arcos voltaicos coloridos quando se acionava o interruptor. O aparelho foi capaz de acender uma luz fluorescente que estava na mão do professor, não que não estava ligada em nenhum circuito. O cheiro de ozônio era claramente perceptível quando o aparelho funcionava. Simplesmente fascinante.
 
Nem todos os aparelhos conseguiram funcionar, o que frustrou alguns alunos que, munidos de aparelhos de solda e fios de cobre tentavam a todo custo transmistir ou receber alguns sinais. Esse terão uma nova chance, e sem dúvida conseguirão colocar seus bravos aparelhos a funcionar na próxima semana.

7 de jun. de 2010

A participação da ANAC no VII Encontro Paranaense de Segurança Operacional


O Gerente de Controle de Riscos Aeronáuticos da ANAC, Eng. Fernando Franklin Correia estará neste dia 12/06/2010 no Auditório Alcides Bueno palestrando sobre o treinamento e a implantação do SGSO no Brasil. A informação é fundamental para todos nós, visto que estamos envolvidos diretamente no processo e somos usuários do sistema de aviação civil. Além disto, com base nos dados apresentados, poderemos traçar estratégias para atuar no mercado da consultoria e da assessoria, como auxiliares, ou mesmo gestores da segurança operacional em empresas de pequeno porte. É um campo grande, que precisa de profissionais especializados e com competências diversas, que pode ser preenchido por alunos do curso. Quem conhece os novos sistemas de segurança sabe que, todos devem estar envolvidos. Pilotos, engenheiros, mecânicos e todos os departamentos das empresas operadoras de aeronaves precisam estar cientes do Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional e mais ainda, atuarem nele.
O Sr. Fernando possui sólidos conhecimentos na gestão de controle dos riscos de acidentes aeronáuticos; larga experiência no segmento de Sistemas de Gerenciamento da Segurança Operacional da Aviação Civil; larga vivência no Planejamento e Implantação de Sistemas de Telecomunicações aplicados ao Gerenciamento do Controle do Tráfego Aéreo; Gerência de toda implantação, desde o início, das redes de Telecomunicações da Multicanal Telecomunicações, hoje NET (11 cidades – 13.000Kms – 700.000 assinantes); domínio na elaboração de programas de manutenção preventiva, suporte técnico e gerência de níveis de serviço (SLA); amplo conhecimento na terceirização das atividades de: suporte ao cliente, construção e manutenção de redes; implantação de programas de melhoria de qualidade de serviços, baseado em análise de pesquisas de satisfação dos clientes; Consultoria Técnica para operadores e construtores de redes em banda larga; ampla experiência em: gestão de pessoas, planejamento e controle orçamentário das áreas de serviço e engenharia em empresas de grande porte.

19 de nov. de 2009

Palestras e Lançamento de Livros


Os alunos do curso de Ciências Aeronáuticas foram brindados neste último dia 20/10 com a presença do egresso Cmte. José Edgard Zampar, hoje co-piloto na TAM, que ministrou palestra e contou sobre sua carreira profissional na aviação.

Na mesma ocasião, o prof. Humberto Sérgio Cavalcanti reforçou a necessidade de envolvimento e compromisso dos alunos para com o curso e profissão, visto a crescente implementação tecnológica e informacional no setor.

O evento foi realizado para o lançamento do livro "The Analysis of Flight Operacional Quality Assurance (FOQA) data: Exploration of proposed list of improved safety parameters", escrito pelo professor Giorge Tsuruta nos Estados Unidos, na conclusão do seu mestrado em Ciências Aeronáuticas realizado na Embry Riddle.


23 de set. de 2009

Familiarização Boeing 737NG


Está acontecendo nas tardes de segunda a quinta-feira nas dependências da UNOPAR, o curso de familiarização do Boeing 737NG, ministrado pelo Prof. Ayrton Nóbile. Os alunos utilizam, além dos conhecimentos técnicos adquiridos nas aulas do Prof. Ayrton, uma série de outros conhecimentos como navegação, inglês e inglês técnico, segurança de voo e sistemas de aeronaves; disciplinas do curso de Ciências Aeronáuticas. Atividades como esta vem engrandecendo a instituição e o curso, e fazem diferencial aos egressos na hora de escolher em qual universidade devem ingressar. Tais iniciativas resultaram no aumento de inscrições de alunos às Ciências Aeronáuticas em mais de 40% nos últimos anos.

21 de set. de 2009

Flight Operational Quality Assurance

Já está disponível para venda no site Amazon.com, o livro do Professor Giorge Tsuruta publicado pela editora VDM Verlag intitulado The Analysis of Flight Operacional Quality Assurance (FOQA) Data: Exploration of a proposed List of Improved Safety Parameters. O livro é resultado de suas pesquisas quando concluiu o mestrado em Ciências Aeronáuticas na Embry-Riddle Aeronautical University.

Já estamos aguardando a chegada do livro à nossa biblioteca.
Deixo em nome dos professores do Curso o nosso parabéns ao Prof. Giorge, pelo empenho e dedicação e por estar dividindo o seu conhecimento conosco. Sucesso !!!

13 de ago. de 2009

Pelos ares!!

Quem deu notícias foi o Cmte. Diogo Albaneze, egresso do curso que está voando para a BMZ Couros, industria de couro bovino, sao 8 filiais no Brasil de Norte a Sul.

Sempre tem sucesso quem investe na carreira e se dedica. Além disto, a humildade e o caráter firme sempre foram traços do Diogo. Um aluno aplicado e amigo do curso. A você Diogo, nossa homenagem.

Professores UNOPAR se capacitam em SGSO pela ANAC.

CURSO DE SGSO PROMOVIDO PELA ANAC



Aconteceu nos dias 03 a 07 de agosto último o curso de SGSO - Sistemas de Gerenciamento em Segurança Operacional na cidade de Brasília. Estiveram presentes o Prof. Ayrton Nóbile e a Coordenadora Vivien Ap. C. Costa, representando a UNOPAR e o curso de Ciências Aeronáticas.
O curso, foi excelente momento para aproximação maior da Universidade com os órgãos legisladores da Aviação Civil e comunidade aeronáutica. Participaram também representantes da TRIP, TAM, VLOG, Pantanal, NHT Táxi Aéreo, PUC-RS, Empresas de Consultoria e o pessoal interno da ANAC.

A implantação do SGSO no Brasil será realizada em 4 fases, conforme orientações da ICAO e da ANAC. Na primeira fase as empresas deverão contratar responsáveis, alocar recursos, desenvolver cronograma de implementação e apresentar o MGSO - Manual de Gerenciamento de Segurança Operacional que substitui o PPAA.

O SGSO exige dos responsáveis, conhecimentos nas áreas administrativas, de gerenciamento de projetos e em operações, o que aumenta em muito a empregabilidade do pessoal formado em Ciências Aeronáuticas e principalmente pós-graduados em Sistemas de Segurança. Conforme o Sr. Fernando Franklin, chefe da GGIP, a pós-graduação da UNOPAR é uma oportunidade excelente para quem quer aumentar suas chances de trabalhar em companhias regionais e de maior porte. Representantes de empresas como a OCEANAIR e NHT informaram que tem muito interesse em firmar parcerias com a UNOPAR, sendo que aceitaram proposta da coordenadora para o encaminhamento de Curriculos dos melhores alunos da pós.

Esperamos agora trabalhar arduamente para a implantação definitiva do curso de Pós Graduação em Gestão da Segurança Aeronáutica e Aeroespacial, visto a enorme necessidade de pessoas para trabalharem nos setores de gerenciamento da segurança operacional no Brasil.
Conforme a Resolução nº 106 da ANAC, Aeroportos, Empresas da Categoria Especial (SAE), Oficinas e organizações de apoio deverão certificar-se e encaminhar seus MGSO até 06/2010. Ainda, estão previstas alterações nas RBAC´s 135 e 121, requerendo dos Operadores (companhias de transporte aéreo) as mesmas condições. Será momento de grandes mudanças nos trabalhos com a Segurança, visto que TODAS as ferramentas de gestão e análise de risco deverão ser aplicadas. Cabe ressaltar ainda que o SGSO vai utilizar o método Reativo (análise de DIVOP´s e Relatórios Finais de Acidentes/Incidentes), Preventivo (Sistemas de Relatórios e estudo de casos/levantamento de situações de perigo - Vistorias) e o método Preditivo (ou Pró-ativo) que se baseia em análise de dados de voo, análise de relatórios e trabalhos expontâneos em prol da segurança Operacional. O SGSO é baseado em DESEMPENHO e requer a participação de TODOS os departamentos da empresa, logo, todos os departamentos precisarão receber treinamento e participar do processo.

Muita coisa tem que ser feita, é um desafio para o País e para a Aviação como um todo, e para nós, formadores de massas críticas e de profissionais para atuarem no setor.

8 de ago. de 2009

Reportagem do Jornal Folha de Londrina destaca a profissão de piloto

Reportagem veiculada no dia 07 de agosto de 2009, no Jornal Folha de Londrina, entrevistou o Prof. Giorge Tsuruta e os alunos Ivan Saab Lima e Natalia Cristina Boni, do curso de Ciências Aeronáuticas da UNOPAR, a respeito do curso de formação de pilotos, bem como da atual situação do mercado de trabalho para esses profissionais que se formam todos os anos na Universidade. Abaixo, segue a íntegra da reportagem.


07/08/2009
SUA carreira - No chão e nos ares da aviação
­‘Mais que pi­lo­tar, o im­por­tan­te é sa­ber ge­ren­ciar a ­aeronave’

Ivan ­Saab Li­ma é pi­lo­to há ­mais de 10 ­anos, mes­mo com a ex­pe­riên­cia op­tou por cur­sar a fa­cul­da­de



‘‘­Quem faz o cur­so são pes­soas apai­xo­na­das por ­aviação’’, re­su­me Gior­ge Tsu­ru­ta, pro­fes­sor de se­gu­ran­ça de voo

Voar faz parte do imaginário de muita gente: é mítico, é romântico. Ser piloto de avião, assim como ser bombeiro, médico ou qualquer outra carreira, cujos atos lembrem os de um super-herói, vez ou outra entra no sonho profissional de alguém. Por essas e outras razões, a graduação em Ciências Aeronáuticas é um dos cursos mais procurados e com menos desistência da Universidade Norte do Paraná (Unopar), em Londrina. ''Quem faz o curso são pessoas apaixonadas por aviação'', resume Giorge Marlon Lopes Tsuruta, professor de segurança de voo do curso. Segundo ele, em torno de 80% dos graduandos carregam consigo o desejo de se tornar piloto.

Mas engana-se quem pensa que vai sair da faculdade ''voando''. O curso, que foi implantado no ano 2000, tem duração de três anos, envolve diversas áreas da aviação e quem quer seguir a carreira de piloto ainda vai precisar passar pelo curso prático oferecido por alguns aeroclubes homologados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), incluindo o de Londrina.

Entre as ênfases da graduação estão as disciplinas de segurança e de gestão do setor aeronáutico. O objetivo, segundo Tsuruta, é cuidar da profissionalização do aluno como um todo. ''O diferencial da graduação em ciências aeronáuticas é o trabalho feito nas questões gerenciais do setor que hoje são indispensáveis para quem quer trabalhar nas companhias aéreas'', aponta o professor. Ele argumenta, inclusive, que a ideia de implantar o curso surgiu justamente da necessidade do mercado por profissionais mais ''completos''.

Ele explica, por exemplo, que atualmente para ser um piloto não basta apenas saber ''pilotar''. ''O importante é gerenciar'', pontua. Hoje em dia, acrescenta Tsuruta, a maioria das aeronaves é automática, então um piloto precisa aprender a gerenciar essa máquina e os outros profisisonais que trabalham ao seu redor. ''Hoje 90% da função de um piloto é gerenciar e não apenas pilotar uma aeronave''.

Quem sai do curso de graduação, por sua vez, pode atuar em aeroportos e empresas aéreas. Um dos setores que tem absorvido parte desses profissionais é o que envolve segurança de voo, principalmente a área de prevenção de acidente. ''Tudo o que está relacionado às atividades de voos são bem legisladas. Então, uma das atividades dos profissionais que atuam na parte de segurança é verificar se os processos das empresas do setor estão de acordo com as normas estabelecidas'', observa.

Tsuruta comenta que a profissão de piloto quase sempre está relacionada ao glamour, ao romantismo, o que deixa alguns deles se sentindo melhores do que outros. Com o curso, afirma ele, a ideia é mostrar que a profissão tem lá suas especialidades e belezas, mas trata-se de uma carreira como qualquer outra. ''Fazemos um trabalho de profissionalização no sentido de mostrar todos os lados do setor aéreo e para que o aluno não saia da faculdade achando que é um deus'', finaliza.

Bre­vê exi­ge 150 ho­ras au­las de voo

  Se­gun­do Gior­ge Tsu­ru­ta, pro­fes­sor do cur­so de ciên­cias ae­ro­náu­ti­cas da Uno­par, ­quem qui­ser se­guir a car­rei­ra de pi­lo­to ou de ins­tru­tor de voo pre­ci­sa fa­zer um trei­na­men­to à par­te. ‘‘Nos­sa gra­dua­ção per­mi­te que o alu­no fa­ça es­sas au­las du­ran­te ou ­após o ­curso’’, des­ta­ca. ­Aqui em Lon­dri­na, as au­las prá­ti­cas po­dem ser fei­tas no Ae­ro­clu­be.

  Pa­ra ob­ter o Cer­ti­fi­ca­do de Ha­bi­li­ta­ção Téc­ni­ca, o fa­mo­so bre­vê, é pre­ci­so com­ple­tar 150 ho­ras au­las de voo. Com es­sa pon­tua­ção o alu­no es­tá au­to­ri­za­do a ser pi­lo­to pri­va­do ou co­mer­cial, em ae­ro­na­ves de pe­que­no por­te. Já pa­ra ser pi­lo­to de li­nha aé­rea, é pre­ci­so so­mar no mí­ni­mo 1,5 mil ho­ras de voo. A pre­pa­ra­ção pa­ra ser pi­lo­to po­de le­var de ­três me­ses a ­mais de um ano. Se­gun­do, Tsu­ru­ta a du­ra­ção do cur­so se­rá de acor­do com a dis­po­ni­bi­li­da­de de tem­po e de re­cur­sos do alu­no. Ca­da ho­ra au­la prá­ti­ca cus­ta em mé­dia R$ 230.

  O cur­so de gra­dua­ção em ciên­cias ae­ro­náu­ti­cas, por sua vez, tem du­ra­ção de ­três ­anos e a men­sa­li­da­de é de R$ 436. Du­ran­te a gra­dua­ção, ex­pli­ca o pro­fes­sor, os alu­nos têm ape­nas au­la de si­mu­la­ção de voo, mas não au­las prá­ti­cas. Nos la­bo­ra­tó­rios têm até si­mu­la­ção de sis­te­mas de ae­ro­na­ves de gran­de por­te. ‘‘É tu­do mui­to pró­xi­mo do ­real, mas não é ­prática’’, en­fa­ti­za Tsu­ru­ta. Os alu­nos tam­bém têm aces­so a um la­bo­ra­tó­rio no ­qual re­ce­bem orien­ta­ções so­bre me­câ­ni­ca.

  Ele ex­pli­ca que ­quem ser pi­lo­to po­de fa­zer ape­nas o cur­so prá­ti­co do Ae­ro­clu­be, que tam­bém ofe­re­ce al­gu­mas dis­ci­pli­nas teó­ri­cas. Mas o gran­de di­fe­ren­cial da gra­dua­ção é que os alu­nos têm con­ta­to com dis­ci­pli­nas que ho­je são in­dis­pen­sá­veis pa­ra tra­ba­lhar no se­tor aé­reo, mes­mo pa­ra aque­les que de­se­jam ape­nas ser pi­lo­tos.

  O pro­fes­sor en­fa­ti­za que a gra­dua­ção tam­bém aju­da o alu­no a se in­se­rir no mer­ca­do de tra­ba­lho, fa­zen­do par­ce­rias com em­pre­sas e opor­tu­ni­zan­do es­tá­gios. ‘‘Mui­tos alu­nos são ­efetivados’’, ga­ran­te. Quan­to aos sa­lá­rios ofe­re­ci­dos no se­tor, Tsu­ru­ta in­for­ma que va­riam con­for­me a fun­ção exer­ci­da. Se­gun­do ele, ­quem ­atua na ­área ad­mi­nis­tra­ti­va, por exem­plo, na par­te de se­gu­ran­ça ou ges­tão po­de en­trar no mer­ca­do com sa­lá­rio ini­cial em tor­no de R$ 2 mil. A re­mu­ne­ra­ção ini­cial de um pi­lo­to co­mer­cial gi­ra em tor­no de R$ 3,5 mil. Um co­pi­lo­to de li­nha aé­rea que aca­bou de en­trar ga­nha per­to de R$ 5 mil e um co­man­dan­te de ­voos in­ter­na­cio­nais po­de re­ce­ber em tor­no de R$ 18 mil. (E.Z.)

De­se­jo de ­voar é o que mo­ve alu­nos

  ­Ivan ­Saab Li­ma, 31 ­anos, sem­pre so­nhou em ser pi­lo­to. Quan­do ter­mi­nou o En­si­no Mé­dio até pres­tou ves­ti­bu­lar pa­ra Fí­si­ca na Uni­camp, pas­sou, mas não foi se­quer um dia pa­ra a au­la. Aca­bou se ins­cre­ven­do no cur­so prá­ti­co pa­ra pi­lo­to do ae­ro­clu­be de Pi­ra­ci­ca­ba, in­te­rior de São Pau­lo. Fo­ram ­dois ­anos de cur­so, e de lá pa­ra cá já são ­mais de dez ­anos pi­lo­tan­do ae­ro­na­ves exe­cu­ti­vas. ‘‘To­do pi­lo­to é pi­lo­to por­que gos­ta mui­to. ­Voar é al­go ro­mân­ti­co, mí­ti­co. Até ho­je ain­da ­acho lin­do ­voar’’, con­ta o pro­fis­sio­nal.

  Mes­mo com to­da a ex­pe­riên­cia nos ­ares – já so­ma ­mais de 1,5 mil ho­ras de voo – Li­ma de­ci­diu en­trar pa­ra a fa­cul­da­de de ciên­cias ae­ro­náu­ti­cas no ano pas­sa­do. ‘‘O cur­so é mui­to in­te­res­san­te, ofe­re­ce um apro­fun­da­men­to do se­tor. Ho­je eu ve­jo is­so co­mo ­fundamental’’, ana­li­sa o pi­lo­to, que tem a in­ten­ção de con­ti­nuar a car­rei­ra na ­área co­mer­cial.

  Pa­ra ­quem de­se­ja se­guir a mes­ma pro­fis­são, Li­ma acon­se­lha a ter sem­pre em men­te que ser pi­lo­to não é ser su­per-he­rói. ‘‘Há que se ter um pou­co de me­do de ­voar’’, brin­ca ele. ‘‘Cau­te­la nes­sa pro­fis­são é ­crucial’’, pon­tua.

  Uma das ­seis mu­lhe­res da tur­ma que en­trou no pri­mei­ro se­mes­tre des­te ano na Uno­par, e que con­ta com qua­se 60 alu­nos, Na­tá­lia Cris­ti­na Bo­ni, 19, já tem ­mais de 100 ho­ras au­las prá­ti­cas e um de­se­jo bem co­mum: pi­lo­tar e ser ins­tru­to­ra de voo. ‘‘Não ve­jo a ho­ra de com­ple­tar as 150 ho­ras de voo pa­ra co­me­çar a ­trabalhar’’, avi­sa Na­tá­lia.

  Ela co­me­çou as au­las prá­ti­cas no Ae­ro­clu­be de Lon­dri­na ano pas­sa­do e es­te ano de­ci­diu en­trar pa­ra a fa­cul­da­de de ciên­cias ae­ro­náu­ti­cas. A ­idéia tam­bém é se apro­fun­dar nos as­sun­tos que en­vol­vem o se­tor. ‘‘No Ae­ro­clu­be apren­di al­gu­mas coi­sas teó­ri­cas, mas na gra­dua­ção is­so é ­mais am­plo. O cur­so tam­bém ­abre o cam­po de tra­ba­lho, ape­sar de gos­tar de pi­lo­tar po­de­rei ­atuar em ou­tros se­to­res da ­avia-ção’’, en­fa­ti­za.

  Na­tá­lia des­ta­ca que quan­do ini­ciou o cur­so sen­tiu um pou­co de pre­con­cei­to por ser mu­lher. Po­rém, com o tem­po pas­sou a sen­tir o res­pei­to das ou­tras pes­soas. ‘‘In­cen­ti­vo as mu­lhe­res que têm o de­se­jo de ser pi­lo­to que si­gam em fren­te e não ­desistam’’, diz. Gior­ge Tsu­ru­ta, pro­fes­sor do cur­so de gra­dua­ção em ciên­cias ae­ro­náu­ti­cas, con­fir­ma que a maio­ria, cer­ca de 90% das pes­soas que pro­cu­ram o cur­so são ho­mens. Mas, se­gun­do ele, as mu­lhe­res têm de­mons­tra­do ca­da vez ­mais in­te­res­se pe­la ­área. (E.Z.)

Erika Zanon
Reportagem Local

http://www.bonde.com.br/folha/folha.php?id_folha=2-1--2561-20090807

27 de jul. de 2009

Destaque EMBRAER


Por Michelly Chaves Teixeira

São José dos Campos, SP - A Embraer pretende se tornar "um ator de peso na aviação executiva", definição que, para o vice-presidente do setor na Embraer, Luís Carlos Affonso, significa "disputar uma participação entre 10% e 15% do mercado global até 2015". Como a Embraer tem "desafios bastante grandes no desenvolvimento de produtos", não tem planos de lançar novos produtos no curto prazo. Ele disse que a Embraer está atenta ao comportamento do mercado nesse momento de crise, mas ainda assim mantém sua programação para investimentos e produção.

O principal desafio está em entregar os 110 Phenom (modelos 100 e 300 - este último com previsão de ser lançado neste semestre) previstos para este ano. Até agora, a empresa entregou 20 jatos Phenom, o que significa que precisa produzir outros 90 aviões da categoria até o fim do ano. A meta da fabricante é de entregar, até o final do terceiro trimestre, de 55 a 60 modelos Phenom. Affonso acha factível cumprir a meta de 110 aeronaves para o ano fechado. "Se cumprirmos essa meta, nossa estimativa de entregas ficará mantida. Se não cumprirmos até o fim do ano, é possível que percamos algumas unidades, mas o impacto financeiro será desprezível", afirmou.

Para o executivo, é possível cumprir o cronograma de entregas mesmo com um número menor de empregados - a Embraer demitiu mais de 4 mil funcionários no início deste ano. "Estamos bastante deslanchados na produção dessas unidades", disse. Na carteira da série de jatos Phenom, que se estende até 2013-2014, constam pedidos firmes de 800 unidades em 44 países. Destes, mais de 100 foram vendidos na América Latina, sendo 70 no Brasil. Affonso não revela o número de cancelamentos no ano, mas diz que, no períodos de maior bonança, essa carteira chegou a ter 850 pedidos firmes.

A previsão de entregas de jatos Lineage 1000 e Legacy 600 é de 17 unidades, sendo um jato Lineage, que custa US$ 42,95 milhões, mas cujo preço deve subir entre 3% e 5% nos próximos meses. Até o momento, foram oito as entregas destes dois modelos.

A Embraer prevê que o mercado global de aviões executivos entregue 10.990 jatos de 2009 a 2018, movimentando US$ 188 bilhões no período. Segundo o vice-presidente de aviação executiva da fabricante nacional, até 2011 este segmento deverá presenciar queda nas entregas, porém a expectativa é de que volte a crescer em 2012. Em novembro do ano passado, quando divulgou suas previsões para o mercado mundial de aviação executiva, a Embraer trabalhava com a expectativa de que 11.880 jatos fossem entregues entre 2009 e 2018, gerando US$ 204 bilhões em negócios.

Ele observou que o tráfego na aviação executiva, ao menos, parou de cair. Nos Estados Unidos, o movimento de passageiros nessa indústria caiu 27% em maio ante o mesmo período de 2008. Na Europa, considerando dado de junho, a queda foi de 20% ante mesmo mês do ano passado. Segundo a Embraer, os Estados Unidos e Caribe devem representar 49% das entregas mundiais de jatos executivos entre 2009 e 2018, totalizando 5.400 unidades, o que significa queda média anual de 0,3% no período.

A América Latina deve ser responsável por 7% das entregas mundiais, ou 770 unidades, com crescimento médio anual de 6,6%. Isso deve totalizar US$ 7,4 bilhões. Europa, África e Oriente Médio devem entregar 3.500 jatos executivos ou 32% das entregas globais, com baixa média anual de 0,8%. China deve representar 3% das entregas globais ou 340 unidades, com um avanço médio anual de 6,4% no decorrer de 2009 a 2018. Por fim a Ásia deve entregar 980 jatos até 2018, representando 9% do total mundial, com acréscimo médio anual de 8,9% neste mercado.

Fonte: http://www.abril.com.br/noticias/economia/embraer-quer-ser-protagonista-aviacao-executiva-465940.shtml

23 de jul. de 2009

Professores e tripulantes da TAM em apoio ao curso

Estão confirmados para ministrar aulas na Pós Graduação da UNOPAR o Cmte. Daniel Guillaumon, Gerente de Segurança Operacional da TAM e a Sra. Deborah Cristina dos Santos, psicóloga e responsável pelo CRM.
Os egressos, Cmte. João Marcos Dias Pinetti, Cmte. Hugo Moreira, Cmte. José Edgard, Cmte. Marcelo Feldman, Cmte. Bezerra, que são tripulantes na TAM estão ajudando na divulgação da pós entre seus amigos e pessoal de solo em SP.
Quem quiser contribuir na divulgação do curso e da pós, pode se dirigir à Coordenação para pegar material e instruções. Haverá premio para quem trabalhar mais, e o estagiário Pedro Stochi está selecionando candidatos.
A foto, é do Cmte. Marcelo Feldmann, tripulante da TAM Linhas Aéreas, egresso e constante colaborador da UNOPAR. Obrigado Marceloooo!!!

16 de jul. de 2009

Pesquisa em Segurança de Voo


O Prof. Giorge M. Tsuruta concluiu neste dia 14/07 com sucesso, o curso de férias que tratou da pesquisa em segurança de voo. Comissárias e pessoas da comunidade externa participaram até o final, mostrando grande interesse pelos temas abordados.
Todos os presentes elogiaram a atuação dos professores, do curso e da instituição.

Familiarização de Motores Aeronáuticos


Foi um sucesso novamente o curso ministrado pelo Prof. Ayrton Nóbile nestas férias de julho. Alunos prometeram retornar e pediram que os cursos sejam maiores.
Apenas um egresso participou sendo o restante da comunidade externa. Houve três participantes da FANAVE - empresa de manutenção e montagem de aeronaves experimentais de Arapongas-PR.

8 de jul. de 2009

Apoio do Aeroporto de Maringá ao curso de Ciências Aeronáuticas




O Gerente de Operações e Segurança do Aeroporto de Maringá, Sr. Fernando A. P. de Morais apresentou no evento Segurança na Infraestrutura Aeronáutica, ocorrido no dia 08/07 no auditório da administração, as medidas preventivas de acidentes daquele importante aeródromo, as perspectivas do mercado e a importância da infraestrutura do transporte aéreo. Na ocasião também, parabenizou a parceria da UNOPAR e do curso de Ciências Aeronáuticas agradecendo aos alunos pela atuação na Prevenção de Acidentes. O Sr. Fernando adiantou que, para o segundo semestre de 2009, novo evento será agendado e que já conta com o curso de Ciências Aeronáuticas para agir em parceria. O Superintendente do Aeroporto, Sr. Marcos Valêncio disse ainda que, caso haja mais uma edição da BRASIL AIRFAIR, feira de aviação maringaense, a participação da UNOPAR e do nosso curso já é esperada.

5 de jul. de 2009

Professores e Alunos do curso de Ciências Aeronáuticas participam de curso de Busca e Salvamento

Os Professores Ayrton Nóbile e Emerson Signoberto Daniel, e os alunos Pedro Martins e Sthepan Escobar, participaram dos dias 29/06 a 03/07, do curso SAR-005 - Curso Básico de Busca e Salvamento, promovido pelo CINDACTA II e realizado nas dependências do Aeroporto de Londrina.


Este curso SAR-005 foi o primeiro curso realizado pelo CINDACTA II fora de suas dependências militares e teve por finalidade dotar os participantes de conhecimentos básicos sobre a atividade de Busca e Salvamento, a fim de que possam familiarizar-se, mais facilmente, com os conceitos e com a importância do Serviço de Busca e Salvamento no Brasil e no Mundo.


No encerramento do curso SAR-005, o Prof. Emerson Signoberto Daniel proferiu uma palestra, explicando os detalhes do curso de Ciências Aeronáuticas da UNOPAR, palestra esta que teve uma grande e excelente repercussão perante os demais participantes.

Ao final, também, todos os participantes fizeram o juramento ao Código de Honra SAR:

“É meu dever,
Como membro do serviço de busca e salvamento,
Socorrer feridos e salvar vidas.
Estarei pronto em qualquer ocasião
Para cumpri com esse dever,
Colocando-o acima
De meus interesses pessoais e bem estar
E o cumprirei...

... PARA QUE OUTROS POSSAM VIVER!”

12 de jun. de 2009

Estágio supervisionado na AVIPAR

Os alunos do 5° semestre do Curso de Ciências Aeroáuticas UNOPAR estão participando de estágio supervisionado na oficina de manutenção aeronáutica AVIPAR,com a orientação do Professor Ayrton onde estão realizando todas as tarefas a eles direcionadas sendo assim o Professor parabeniza os alunos pela dedicação e diciplina por eles apresentado.